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Índice de Adoção de Criptomoedas Finder

O ranking definitivo das criptomoedas mais populares em 27 países.

O Índice de Adoção de Criptomoedas Finder mede o crescimento das criptomoedas em todo o mundo por meio de uma pesquisa recorrente com usuários de internet em 27 países.

Principais tendências sobre a adoção de criptomoedas no Brasil para dezembro de 2021

  • Utilizado por cerca de 28,4% dos usuários de criptomoedas brasileiros, o Bitcoin é a moeda digital mais popular no país.
  • O Brasil ocupa o 2º lugar entre 27 países no ranking de adoção global de Solana (23,4%).
  • Os homens brasileiros são aproximadamente 1,3 vezes mais propensos do que as mulheres a investir em criptomoedas. Entre os usuários de criptomoedas, 56% são homens e 44% são mulheres.

Estatísticas sobre a adoção de criptomoedas no Brasil

O Finder entrevistou 2.549 adultos no Brasil e descobriu que o país ocupa a 17ª posição na lista de países estudados. Os dados revelam que 14,4% dos adultos brasileiros já possuem criptomoedas. Estes números botam o Brasil à frente de países como Noruega (13,4%) e Canadá (12,7%) e ligeiramente abaixo da média global (11,4%).

Globalmente, a adoção das criptomoedas saltou de 11,2% em outubro para 15,5% em dezembro de 2021. Isso coloca o Brasil entre os países com as maiores taxas de crescimento na adoção de criptomoedas entre as duas pesquisas. A taxa de adoção no país teve um aumento 4,3 pontos percentuais, saltando de 10,1% para 14,4%. A média de crescimento global foi de 4,3 pontos percentuais.

As criptomoedas mais populares no Brasil

Com uma taxa de adoção de 28,4%, o Bitcoin é a moeda digital mais popular entre os usuários de criptomoedas brasileiros. Em segundo e terceiro lugar ficam Solana, com 23,4%, e Ethereum, com 20,4%, respectivamente.

Adoção do Bitcoin no Brasil

O Bitcoin é provavelmente o nome mais conhecido no mundo das moedas digitais. E é provavelmente por isso que uma média de 39,1% dos usuários de criptomoedas em todo o mundo afirmaram possuir BTC em suas carteiras. No entanto, no Brasil o índice de adoção da moeda ficou abaixo da média global. Por aqui, apenas 28,4% dos usuários de criptomoedas declararam possuir BTC.

Com isso, o Brasil fica com a 21ª posição entre 27 países quanto ao índice de adoção do Bitcoin. Ainda assim, das cinco moedas incluídas em nossa pesquisa (Bitcoin, Ethereum, Dogecoin, Solana e Ripple), o Bitcoin é a escolha mais popular entre os usuários de criptomoedas brasileiros.

Entre dezembro e outubro, o número de usuários de criptomoedas que declararam possuir BTC caiu de 52,3% para 28,4%.

A popularidade do Ethereum entre os usuários de criptomoedas no Brasil

O ETH é a 3ª moeda digital mais popular no Brasil. Cerca de 20,4% dos usuários de criptomoedas brasileiros afirmam possuir Ethereum. O número fica um pouco abaixo da média global de 24,4%, o que coloca o Brasil na 18ª posição no índice de adoção de ETH.

Adoção de DOGE no Brasil

O Brasil ocupa a 15ª posição no índice de adoção global de DOGE. Por aqui, 17,8% dos entrevistados afirmaram possuir a memecoin. O índice de adoção fica um pouco abaixo da média global de 18,5%, o que coloca o Brasil na 5ª posição no índice de adoção de DOGE.

Adoção de Solana no Brasil

Durante a pesquisa realizada em dezembro, decidimos também perguntar se os entrevistados brasileiros possuíam Solana e descobrimos que esta é na verdade a 2ª moeda digital mais popular do Brasil. O índice de adoção chega a 23,4% entre os usuários de criptomoedas brasileiro, um número bastante elevado em comparação a média global de 15,5%.

Popularidade do Ripple no Brasil

Com uma taxa de adoção de 18,8% entre proprietários de criptomoedas, o Ripple é a quarta moeda mais popular do Brasil. A média global para a adoção do Ripple é de apenas 16,8%.

Homens no Brasil são mais propensos a possuir criptomoedas

No Brasil, os homens são mais propensos a investir em criptomoedas. Aproximadamente 16,4% dos homens entrevistados afirmaram possuir criptomoedas, contra apenas 12,8% das mulheres. Estes números estão alinhados à tendência global, uma vez que mais homens declararam possuir criptomoedas do que mulheres em 24 dos 27 países pesquisados.

Entre os usuários de criptomoedas brasileiros, 56% são homens e 44% são mulheres. Isso significa que os homens são aproximadamente 1,3 vezes mais propensos a possuir criptomoedas do que as mulheres. Embora isso possa parecer uma margem ampla, o Brasil na verdade tem a menor diferença entre gêneros quando o assunto é criptomoeda. Globalmente, os homens são, em média, 1,5 vezes mais propensos a possuir criptomoedas do que as mulheres.

Os jovens dominam o mercado de criptomoedas no Brasil

Cerca de 56,1% dos usuários de criptomoedas ao redor do mundo têm idade entre 18 e 34 anos, ou seja, os jovens dominam o mercado.

No Brasil não é diferente. Por aqui, cerca de 61,9% dos usuários de criptomoedas têm entre 18 e 34 anos e outros 20,4% têm entre 35 a 54 anos. O público mais velho, por outro lado, parece não ter tanto interesse nos ativos digitais, já que apenas 17,6% dos usuários de criptomoedas brasileiros afirmaram ter 55 anos ou mais.

O que os brasileiros pensam sobre as criptomoedas

Em novembro de 2021, o Finder perguntou aos usuários da internet em 23 países se eles já tinham ouvido falar sobre criptomoedas e se acreditavam que elas eram um bom investimento. A pesquisa descobriu que o Brasil ocupa o 9º lugar entre os 23 países em relação à positividade em torno das criptomoedas. Por aqui, 51% dos entrevistados afirmaram acreditar que as criptomoedas são um bom investimento. O número é superior à média global de 43% (veja a comparação global aqui).

Apesar de toda esta positividade, o Brasil ainda fica entre os piores colocados quando se trata de conscientização geral sobre as criptomoedas como meio de investimento. Apenas 57% dos usuários de internet brasileiros afirmam já ter ouvido falar sobre criptomoedas, o que coloca o Brasil na 21ª posição no índice de conscientização sobre criptomoedas.

Estatísticas sobre a adoção criptomoedas por país

Principais tendências globais em relação as criptomoedas para outubro de 2021

  • O número de usuários da internet ao redor do mundo que afirmam possuir criptomoedas saltou de 11,2% em outubro para 15,5% em dezembro.
  • Vietnã (28,6%), Índia (23,4%) e Austrália (22,9%) têm os maiores índices de adoção de criptomoedas entre os usuários da internet.
  • Em pesquisas consecutivas, o Japão ficou no final da lista. Por lá, apenas 5,8% dos adultos afirmavam possuir criptomoedas em dezembro (4,6% em outubro).
  • O Bitcoin é a moeda mais dominante entre os usuários de criptomoedas na Austrália (72,7%), na África do Sul (56%) e em Hong Kong (55,1%).
  • Globalmente, os homens são cerca de 2,8 vezes mais propensos do que as mulheres a possuir criptomoedas.

As criptomoedas explodiram nos últimos anos, passando de um produto financeiro bastante obscuro para um assunto de notícia diário. É provavelmente por isso que 15,5% dos usuários da internet entrevistados neste estudo afirmaram já possuir criptomoedas.

O Vietnã, onde cerca de 28,6% dos adultos afirmam já possuir pelo menos um tipo de criptomoeda, tem o maior índice de adoção entre os países estudados. O país asiático é seguido de perto por Índia (23,4%) e Austrália (17,8%).

O Japão está no fim da lista, com um um índice de adoção de apenas 5,8%.

Como o Finder não realizou a pesquisa no Vietnã em outubro, não há como saber quanto o cenário mudou desde então. No entanto, na época da pesquisa anterior, a Nigéria, onde 23,57% dos usuários da internet já afirmavam possuir criptomoedas, liderava o ranking, seguida por Malásia (17,8%) e Austrália (16,7%).

Embora não tenha ficado entre os 3 principais países em termos de adoção de criptomoedas, a Noruega teve o maior crescimento no número de adeptos entre os usuários da internet, aproximadamente triplicando o índice de adoção de 4,4% em outubro para 13,4% em dezembro.

Estatísticas sobre a adoção do Bitcoin

Embora o índice de adoção das criptomoedas tenha crescido ao redor do mundo entre outubro e dezembro, os grandes nomes do setor viram seu domínio cair e o Bitcoin não foi exceção. Apenas um país registrou um aumento no número de usuários de Bitcoin. Coincidentemente, trata-se do país com a maior proporção de usuários de BTC no mundo: a Austrália (72,7%).

O país viu sua porcentagem de usuários de Bitcoin subir de 69,1% para 72,7%. O número é quase duas vezes (1,9 vezes) maior do que a média global de 39,1%.

Saltando do terceiro para o primeiro lugar, a Austrália superou o Japão, onde 77,1% dos usuários de criptomoedas declararam possuir Bitcoin na pesquisa anterior.

Estatísticas sobre a adoção de outras moedas

Singapura lidera a lista de usuários do Ethereum

O Ethereum continua a ser a moeda digital mais popular em Singapura, onde 43,5% dos usuários de criptomoedas declararam possuir ETH. O índice é cerca de duas vezes (1,8 vezes) maior do que a média global de 24,4%.

Ainda assim, o número de usuários de Ethereum no país costumava ser maior. Em outubro, 52,4% dos usuários de criptomoedas singapurianos declararam possuir ETH. Estes números confirmam a tendência global que mostra um declínio na popularidade do ETH. A pesquisa realizada em outubro também apontava que cerca de 28,2% dos usuários de criptomoedas ao redor do mundo possuíam ETH. Em dezembro, os números caíram para 24,4%.

Os EUA têm o maior índice de adoção de Dogecoin

O Dogecoin tem seu maior índice de adoção nos EUA, onde 31,6% dos usuários de criptomoedas dizem possuir a memecoin. O índice é 1,7 vezes maior do que a média de adoção global de 18,5%.

Esta é uma tendência contínua para os EUA, que liderou a lista de usuários de Dogecoin na pesquisa realizada em outubro, com um índice de 31,5% quanto a adoção do Doge por usuários de criptomoedas.

A Indonésia tem a maior porcentagem de usuários de Solana

A Indonésia tem a maior porcentagem de usuários de Solana. Por lá, 24,9% dos usuários de criptomoedas entrevistados já afirmam possuir SOL. O índice é cerca de 1,6 vezes maior do que a média global de 15,5%.

O Finder não incluiu Solana na pesquisa realizada em outubro e, por isso, não há como saber quanto o cenário mudou no trimestre.

O Japão lidera lista de usuários de Ripple

No Japão, o Ripple é a moeda digital mais popular. Cerca de 31,5% dos usuários de criptomoedas japoneses afirmaram possuir XRP. A porcentagem de adoção é 1,9 vezes maior do que a média global de 16,8%.

O Finder não incluiu o XRP na pesquisa realizada em outubro e, por isso, não há como saber quanto o cenário mudou no trimestre.

Demografia dos investidores em criptomoedas por país

Há uma grande gap no índice de adoção de criptomoedas entre homens e mulheres. Globalmente, os homens são, em média, 1,5 vezes mais propensos do que as mulheres a possuir criptomoedas. Entre os usuários de criptomoedas, 56% são homens e 44% são mulheres.

Durante a pesquisa realizada em dezembro, apenas quatro países (Malásia, Noruega, Rússia e Venezuela) registraram um índice de adoção maior entre mulheres do que homens.

O gap entre os gêneros se mostrou muito mais acentuado em outubro, quando 62% dos usuários de criptomoedas declararam ser homens e apenas 38% mulheres. Em dezembro, a diferença caiu e 41% dos usuários declararam ser mulheres, enquanto 59% declararam ser homens.

Assim, os homens passam a ser cerca de 1,5 vezes mais propensos do que as mulheres a possuir criptomoedas (1,6 em outubro).

Pessoas mais jovens são muito mais propensas a usar criptomoedas

O mercado global de ativos digitais é fortemente dominado pelos jovens. Mais da metade (54,8%) dos usuários de criptomoedas entrevistados declararam ter entre 18 e 34 anos. Outros 30,5% declararam ter entre 35 e 54 anos de idade, enquanto apenas 14,7% declararam ter 55 anos ou mais.

A disparidade fica ainda mais evidente na Nigéria, onde 71,3% dos usuários de criptomoedas declararam ter entre 18 e 34 anos, 14,8% declaram ter entre 35 e 54 anos e apenas 13,9% declararam ter 55 anos ou mais.

Os EUA abrigam o maior volume de usuários com idades entre 35 e 54 anos. Por lá, 50,3% dos usuários de criptomoedas afirmaram pertencer à faixa etária. Enquanto isso, as Filipinas têm a maior porcentagem de investidores em criptomoedas com 55 anos ou mais (24,2%).

O cenário das criptomoedas ao redor do mundo

Principais tendências globais quanto a opinião do público sobre as criptomoedas em novembro de 2021

  • Quase dois terços (64%) dos entrevistados sabem o que são as criptomoedas.
  • Austrália, Nigéria e Noruega têm as maiores taxas de conscientização entre os usuários da internet, com o México em último lugar.
  • A Nigéria lidera a lista de positividade em relação ao investimento em criptomoedas, seguida pelas Filipinas e pela Indonésia.
  • O Reino Unido tem o menor número de entrevistados que acham que as criptomoedas são um bom investimento.

Em novembro de 2021, o Finder perguntou aos usuários da internet em 23 países se eles já tinham ouvido falar sobre criptomoedas e se acreditavam que elas eram um bom investimento. Aproximadamente dois terços (64%) dos entrevistados afirmaram estar cientes sobre criptomoedas.

No entanto, a alta conscientização sobre criptomoedas não necessariamente reflete a porcentagem de indivíduos interessados em investir neste mercado. Menos da metade (43%) dos entrevistados acreditam que as criptomoedas são um investimento sensato.

O sentimento positivo em relação ao investimento em criptomoedas é mais alto na Nigéria, onde 81% dos entrevistados dizem acreditar que investir em criptomoedas é uma boa ideia. A Nigéria é seguida pelas Filipinas (71%), Indonésia (68%), Índia (64%) e Malásia (61%).

No extremo oposto do espectro está o Reino Unido, onde apenas 17% dos entrevistados dizem acreditar que investir em criptomoedas é uma jogada inteligente. Suécia, Japão, Noruega e Alemanha responderam com uma classificação de cripto-positividade de 25% ou menos.

O público mexicano parece não estar tão concientizado sobre as criptomoedas como estratégia de investimento. Por lá, metade (50%) dos entrevistados afirmaram não saber o que são as criptomoedas. O Reino Unido também tem uma classificação bastante baixa em conscientização, com apenas 55% dos entrevistados afirmando conhecer este tipo de investimento. O país europeu é seguido pelo Brasil, onde 57% dos usuários declararam saber o que são as criptomoedas.

Criptomoeda e corrupção

  • 9 dos 10 países mais cripto-positivos têm uma pontuação abaixo da média no Índice de Percepção de Corrupção.
  • A Nigéria – o país mais cripto-positivo – tem a pior pontuação no Índice de Percepção de Corrupção (25).
  • A Malásia é o único país no top 10 com uma pontuação acima da média no Índice de Percepção de Corrupção.

Curiosamente, quando a cripto-positividade é comparada a pontuação no Índice de Percepção de Corrupção de cada país – uma medida de transparência econômica, onde uma pontuação baixa indica uma alta taxa de corrupção percebida na economia – há uma forte correlação entre alta positividade e alta corrupção. 9 dos 10 países mais positivos tiveram uma pontuação abaixo da média global de 45 no Índice de Percepção da Corrupção. A Malásia é o único país que está entre os 10 primeiros em positividade, mas não tem uma classificação alta no Índice de Percepção de Corrupção.
Isso indica que as criptomoedas são mais atraentes em regiões de baixa confiança no sistema financeiro estabelecido. Os cidadãos destes países provavelmente veem as criptomoedas e carteiras digitais como um método mais confiável de armazenamento de riqueza do que os bancos tradicionais.

As criptomoedas estão roubando o espaço meios tradicionais de transferência internacional?

Entre as diversas possibilidades de utilização apontadas por aqueles mais otimistas sobre o valor das criptomoedas está a sua aplicação como método de transferência de fundos para o exterior.

Nigéria, Filipinas, Índia, Vietnã, Colômbia e México têm mais de 1% de seu PIB composto por remessas internacionais. Além disso, todos estes 6 países estão entre o top 10 em termos de níveis percebidos de corrupção pública.

Diante da forte percepção de corrupção apontada nestes países, não é de admirar que a positividade em relação ao uso de criptomoedas seja tão alta em cada um deles. A Nigéria ocupa o 1º lugar na lista, seguida pelas Filipinas em 2º, Índia em 4º, Vietnã em 6º e a Colômbia em 8º em termos de cripto-positividade.

Metodologia

Entrevistamos usuários da internet em 27 países de forma recorrente para analisar o índice de adoção das criptomoedas, a diversificação de investimentos e a demografia dos investidores. Obtemos 93.533 respostas até o momento.
A pesquisa foi desenvolvida pelo Finder e conduzida pelo Google em todos os territórios, exceto na Austrália, onde a pesquisa foi conduzida pela Qualtrics/SAP. Os participantes são usuários da internet, smartphones, Google AdMob ou participantes do painel de pesquisa da Qualtrics.
Os tamanhos amostrais variam de 1.000 a 2.500 pessoas por país e são diretamente proporcionais ao tamanho da população. Os países participantes foram selecionados com base no tráfego global do site Finder.com e na disponibilidade em plataformas de pesquisa. A pesquisa é realizada mensalmente, com resultados publicados trimestralmente nos Estados Unidos, Austrália, Reino Unido, México, Alemanha e Canadá. Em todos os outros, a pesquisa é realizada trimestralmente. Os resultados são ponderados por meio do processo de classificação interativa do Google, para refletir a distribuição populacional nacional em cada país.
Em novembro de 2021, o Finder perguntou aos usuários da internet em 23 países se eles já ouviram falar sobre criptomoedas e se achavam que elas eram um bom investimento. Usamos estes dados como base para nosso índice de conscientização.
Especificamente, perguntamos:

“Você acredita que as criptomoedas são um bom investimento?”

  • Sim
  • Não
  • Eu não sei o que é criptomoeda

Os números de conscientização foram baseados no número de entrevistados que disseram não saber o que eram as criptomoedas, enquanto a positividade foi baseada em se eles achavam que as criptomoedas eram um bom investimento.

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